Entidades médicas defendem ampliar a faixa etária para realização periódica de mamografia. A ideia é baixar de 50 para 40 anos a recomendação do exame de rastreio.
O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico, a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia encaminharam o pedido à Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Em dezembro, a ANS divulgou uma cartilha preliminar com orientações para os planos de saúde privada, seguindo o protocolo do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer, que indica a realização de mamografias a cada dois anos para mulheres entre 50 e 69 anos.
Mas para as entidades médicas, essa faixa etária exclui uma parcela importante da população.
O vice-presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Hélio Braga, relata que uma porcentagem relevante das mulheres abaixo dos 50 anos foi diagnosticada com câncer de mama nos últimos anos.
Após os protestos, a ANS concedeu prazo para que as organizações apresentassem um parecer com evidências científicas, o que foi feito na semana passada.
Elaborado em conjunto pelas três entidades, o parecer argumenta que, em 2024, 22% das mulheres que morreram por câncer de mama no Brasil tinham menos de 50 anos e 34% mais de 70.
O documento também aponta crescimento nos casos de câncer em mulheres mais jovens, e que esses tumores geralmente são mais agressivos e com mais risco de metástase. (Agência Brasil)
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