Organismos que vivem no fundo do mar chamados ascídias podem abrir novas possibilidades no desenvolvimento de terapias para doenças que afetam o cérebro, como Parkinson e Alzheimer.
Um estudo realizado por pesquisadores da UFRJ, com o apoio financeiro da Faperj – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro –, identificou que esses organismos possuem cérebro com estrutura semelhante a dos vertebrados, servindo como um excelente modelo para o estudo do sistema nervoso. Os cientistas descobriram ainda que os ascídias também contam com uma molécula promissora para a criação de um novo medicamento.
Existem mais três mil espécies de ascídias no mundo, que vivem em todos os ambientes marinhos e desempenham um papel ecológico muito importante como purificadoras da água do mar. Mas o que vem chamando atenção dos pesquisadores da UFRJ é o poder de regeneração do seu sistema nervoso.
A pesquisadora Cíntia Monteiro de Barros, do Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade da UFRJ, campus Macaé, explica que, diferentemente dos humanos, esses organismos conseguem recuperar funções perdidas no cérebro em menos de quinze dias. Cintia e sua equipe também concentraram os estudos em uma molécula encontrada nas ascídias que pode ser usada, futuramente, como um fármaco para ajudar na sobrevivência dos neurônios.
O Alzheimer é o principal tipo de demência no mundo, responsável por cerca de 70% dos casos da doença. No Brasil, ela afeta mais de 1,2 milhão de pessoas, e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais frequente no mundo, atrás do Alzheimer. A estimativa é que 200 mil pessoas vivam com essa condição no Brasil. (Agência Brasil)
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